PalavrasCruzadas



Crítica/Resumo – A Varanda do Frangipani

           Há pouco tempo comprei o livro “A Varanda do Frangipani”, do escritor Mia Couto. Comecei a lê-lo. Confesso que ao início achava uma história sem história, sem enredo; até uma história que ao lê-la adormeceria. Resisti mais um pouco, e as poucos parecia que a história que estava a ler não era a mesma de a alguns minutos atrás.

         Esta obra fala-nos de Ermelindo Mucanga, um morto, ao qual não lhe fizeram um enterro como deveria de ser. As autoridades do país querem transformar Mucanga em herói nacional, mas ele pretende, ao contrário, morrer definitivamente. Para tanto, precisa “remorrer”. Então, seguindo conselho de seu pangolim (um sábio pássaro africano), encarna no inspector de polícia Izidine Naíta, que está a caminho da Fortaleza para investigar a morte do director de um asilo, Vasto Excelência. 

          Aí a história desenrola-se, como polícia a tentar descobrir quem matou Vasto Excelência. Uma tarefa árdua, pois era vista como um estranho no meio de todos os idosos.Uma história apaixonante que apreende ao livro quem o lê.


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Comentários

  1. * Paulo Faria says:

    Ainda bem que resististe à tentação de não abandonar o livro. Sabes que o Mia Couto a par de de outros escritores como o José Eduardo Agualusa, trazem à língua portuguesa uma nova vida, pelo rejuvenecimento que trazem à língua portuguesa.

    | Responder Publicado 8 years, 11 months ago
  2. * Raimundo Quive says:

    Ler Mia Couto é penetrar na essência do Português Moçambicano e não só mas também mergulha se nos usos e costumes dos moçambicanos.

    | Responder Publicado 6 years, 1 month ago
  3. * Hermenegildo says:

    ler mia couto é viajar com os seus pensamentos….

    | Responder Publicado 5 years, 4 months ago
  4. * Cirilo Leao says:

    toda a dor é passageira…doe mas passa, o que nao passa a genialidade de Mia Couto e as suas obras

    | Responder Publicado 5 years, 4 months ago
  5. * Mila Monjane says:

    Mia Couto sempre igual a si, ao ler sua obra (sinto-me no espaço e no tempo dentro dela) sinto-me como se fizesse parte da mesma

    | Responder Publicado 4 years, 9 months ago


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